Que tipo de relacionamentos você quer para sua vida? Tenho certeza que não são os abusivos!

Quem te respeita, te ama, te aceita, verdadeiramente, não quer que você se enquadre a padrões que não são os seus

Alguém já censurou sua roupa, seu jeito de falar, seu comportamento…ou quis que você se enquadrasse ao estilo dele (a) para viver?

Pois te digo, você vivia em um relacionamento abusivo. Quem te respeita, te ama, te aceita, verdadeiramente, não quer que você se enquadre a padrões que não são os seus.

Mas para isso acontecer, primeiro você mesmo tem que se aceitar, se amar, se respeitar, ser autorresponsável e a partir daí os outros te respeitarão.

Relacionar-se é uma arte e há “artistas” de todos os tipos…Há os controladores, os submissos, os que sofrem, os que fazem sofrer, os que querem ser felizes e fazer o outro feliz…enfim, são muitos os perfis.

Só te digo que não queira modificar sua vida, seu jeito de ser, para “caber no mundo de ninguém”, você verá que não valerá à pena, além de se frustrar.

Vamos pensar assim: Você mudaria completamente por alguém? Que tipo de relacionamento você quer para sua vida? Algo que te faça feliz ou infeliz? Fácil responder, não é?

Pois te digo que essa resposta não é fácil, não! Embora os comportamentos não mintam e devam ser observados (muito mais dos que as palavras) sempre, há pessoas que podem manipular e conseguem ser ótimos “atores”, quando querem atingir algum objetivo ou controlar alguém.

Como cada um tem um conceito subjetivo sobre “felicidade” se você se relaciona com pessoas que têm uma visão distorcida (ou muito diferente da sua) sobre as relações, muitos estragos podem acontecer em sua vida.

Como é sua relação com seus amigos, colegas de trabalho, familiares, amores? É positiva? Ou é negativa? As atitudes positivas nos relacionamentos melhoram a qualidade de vida, mas não quer dizer que você tenha que aceitar que o outro te imponha a opinião dele, ou o jeito dele de viver.

E você vai “bater de frente” sempre ou aceitar tudo? Não seja dependente de ninguém, seja assertivo, dialogue…e se você não consegue identificar o que está errado na relação, ouça quem verdadeiramente te ama, quer seu bem, “olhe a situação de fora”, por outro ângulo e procure ajuda profissional.    

Relacionamentos abusivos geralmente começam como qualquer outro, mas vão se transformando, minando a autoestima, a autoconfiaça, mascarando uma possessividade, perante o outro, e interferindo diretamente nos vários ambientes de convivência e sem perceber você acaba envolvido.


A pessoa que “sofre os abusos” começa a ter problemas para dormir, para trabalhar, diminui seu rendimento nos estudos, acontecem confrontos também no ambiente familiar…ou seja, tudo parece adoecer e adoece mesmo.

Já quando temos uma relação onde podemos opinar livremente (com respeito), trocar ideias (sem nos preocupar), somos nós mesmos (em nossa essência) e o outro pode ser autêntico também, aí sim é algo construído de forma saudável.

O que ocorre é que cada pessoa traz consigo crenças limitantes sobre si mesmo, sobre como se relacionar, tudo isso resultado de experiências anteriores e que distorcem o presente, podendo causar danos enormes à saúde mental e emocional. Por isso, preste atenção!

Hoje muito se fala sobre relacionamentos, mas a realidade é que cada um, dentro de seu contexto, é que pode dizer sobre como e com quem se relaciona.

Afinal, há pessoas que nos despertam o melhor e outras o nosso pior, há influências que nos fazem crescer, nos dão asas, outras nos tornam dependentes, nos diminuem, e isso acontece em diversos ambientes.

Quando uma relação nos causa dor, tristeza, desconfiança, nos faz chorar, está na hora de repensar se ela é saudável, se vale realmente à pena insistir. Pois quem te disse que você tem que aceitar o pior? Quem disse que você tem que permanecer nesse lugar de sofrimento? 

Você merece o melhor! Nossa existência é única, é especial e o respeito deve prevalecer em qualquer espaço. Se não te faz bem, liberte-se! Tenha coragem, força, reflita e busque as respostas que só o seu coração pode te dar.

Leia também: Os relacionamentos abusivos ou tóxicos

 

Mellina (Mell) Mesquita é graduada em Comunicação Social e Psicologia (CRP 04/41155 e atua na cidade de Belo Horizonte. Trabalha como Psicóloga Clínica e Coach, com foco em relacionamentos, desenvolvimento pessoal e autoestima, de adultos (mulheres e homens).Idealizadora dos projetos “Expressão Corporal e Habilidades Sociais” e “Café com Mell”.

Contatos:
Face: Mell Mesquita 
Insta: @mellmesquitapsi
Telefone/whatsapp: (31)9 9281-0708
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