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Relações na adolescência

Você Conhece a Importância Das Relações na Adolescência?

Tempo estimado de leitura: 5 minutos

Mais uma vez, olá! Relações na Adolescência

Como bem sabem aqueles que acompanham a minha coluna, gosto de escrever sobre coisas que eu tenha propriedade e hoje não será diferente.

Tenho passado por momentos turbulentos aos quais me remeteram a outros momentos difíceis que já vivenciei nessa minha breve vida.

Mas como podem perceber não sou mais uma garota de 16 ou 18 anos, hoje sou uma mulher que tem suas próprias questões e problemas.

Mas justamente por isso pude perceber que uma coisa não mudou em relação às minhas experiências passadas e presentes, existe algo em comum que pode ter sido o grande diferencial para que eu consiga estar sobrevivendo aos problemas com êxito e pensei em falar hoje exatamente sobre isso com vocês.

Relações! Relações na Adolescência

Sim, hoje estarei falando sobre as relações que criamos ou que mantemos durante a adolescência.

Algo que sempre busco trabalhar com meus pacientes, especialmente aqueles que sofrem de depressão, é a importância das relações interpessoais em nossas vidas, afinal como já dizia o poeta:

“é impossível ser feliz sozinho…”  Relações na Adolescência

E é mesmo!

 Relações na Adolescência Quando crianças precisamos de auxílio para nos alimentar, acalantar e manter um padrão de higiene, conforme vamos crescendo as relações vão ganhando papéis de extrema importância, pois passa a assumir um papel em nossa saúde mental.

Repare que pessoas que possuem poucos ou nenhum amigo costumam ser mais tristes e introspectivas, ao menos quando não ocorre de acordo com a escolha da pessoa, enquanto que outras se apropriam da presença de amigos e familiares para alcançarem um nível de bem-estar ou de sanidade mínimo para sobreviver.

Todavia, como nosso foco aqui é a adolescência, são as relações que se estabelecem nesse período que terão nossa merecida atenção. 

Reparem que durante a adolescência costumamos ter nossas escolhas de amizade questionadas durante todo o tempo.

Alguns desses questionamentos, preciso lhes dizer, são mais do que válidos, pois sei lá exatamente o porquê, mas mãe sempre sabe o que faz e fala.

Eu que quebrei a cara recentemente com algumas amizades da minha época de adolescência, que o diga.

 Relações na Adolescência Porém, nem tudo são espinhos em meio às nossas relações, pois foi também nessa época em que floresceram as mais lindas flores do meu jardim, amigos queridos que se mantém firmes até hoje.

Relações na adolescência
Relações na adolescência

Alguns nem tão presentes como eu gostaria em virtude das adversidades da vida, pois sim, quando viramos gente grande se torna muito mais difícil se fazer presente em todos os lugares em todos os momentos.

Todavia, o que dizer dessas rosas?  Relações na Adolescência

Sem essas rosas eu não seria ninguém, sem elas eu não teria estampado no rosto o sorriso sincero e sublime que hoje carrego.

E nem tão pouco transitaria com as lágrimas que insistem em aparecer quando a mente se dá conta que está diante de pessoas queridas e que não há porque manter as reservas ou as defesas.

Então quando forem questionados mantenham posição, pois por algumas amizades vale a pena lutar sim, por outras nem tanto, infelizmente.

Mas que tal irmos além?  Relações na Adolescência

Como eu disse, o assunto hoje são nossas relações e estas não se restringem exclusivamente aos amigos.

De fato nossas relações primárias, as pessoas com quem estabelecemos inicialmente relações de apego são aqueles que compartilham conosco laços sanguíneos que indicam compatibilidade e escolha prévia.

Pessoas que podem vir a se tornar grandes amigos, mas que antes disso carregam títulos como mãe, pai, irmã, irmão, tio, tia, primo, prima, avó, avô e por aí vai.

Aquelas pessoinhas que podem ser extremamente irritantes em alguns momentos da vida, em especial na adolescência.

Mas que são de extrema e essencial importância quando “o bicho pega pro nosso lado”, pois quando “a chapa esquenta pra valer”.

Além de alguns poucos amigos que terão tempo para você, será a sua família que se fará presente e tecerá o suporte emocional necessário para atravessar a turbulência.

Então sabe aquela frase chata que sua família costuma dizer do tipo “seu amigo de verdade sou eu”?

Pois é, eles tem razão, mesmo que seja um pouco extremista a afirmação.

Então minha proposta hoje para você que lê esse texto é sobre valorizar as boas relações que possui.

É também sobre questionar relações que trazem mais problemas do que solução.

E ainda sobre saber identificar o momento certo de acabar com relações que não lhe acrescente boas emoções ou mesmo boas experiências.

Sem dúvidas não é tão fácil quanto parece, mas também não é impossível como nos fazem crer que é.

Com um pouco de tato e auto questionamento é possível repensar quem são os amigos, quem são os colegas e quem são aqueles que só chegam perto para sugar sua energia positiva.

Pois com o decorrer da vida perceberá que existem pessoas por quem perdemos noites de sono com todo o prazer pois sabemos que são importantes pra nós, e porque sabemos que também somos importantes pra eles.

Mas existem também pessoas que nos tiram o sono de maneira tão negativa e inútil que se pararmos um único segundo para questionar veremos que essas pessoas nunca fizeram ou jamais viriam a fazer o mesmo pra você.

 Relações na Adolescência Não só nas relações, mas também na vida, a palavra de ordem é EQUILÍBRIO.

Podemos gritar, mas precisamos saber o momento de baixar o tom e pedir perdão.

Podemos chorar, mas precisamos entender que forçar sorrisos também faz parte da vida.

Podemos querer estar certos sempre, mas a vida fará questão de lhe mostrar descaradamente que também erramos.

Podemos não querer admitir, mas algumas das pessoas que mais achamos que está contra nós por querer nos impor regras e ordens são as que mais se importam conosco e as que mais se sacrificariam por nós.

Podemos fingir que não, mas sabemos que as vezes nosso julgamento é mascarado por nossas emoções e por isso nos equivocamos e tratamos como essenciais pessoas que nos tratam sempre como opcionais.

Viva, brinque, ria, curta, abrace, ame, chore, erre, acerte, tente outra vez, dê mais uma chance.

Mas não se esqueça jamais de valorizar aqueles que estão sempre ali prontos para te dar a mão quando mais precisar, pois são esses que vieram de fato pra ficar.

Por hoje deixo meu abraço…até o próximo texto.

Ellen de Oliveira Moraes Senra – CRP 05/42764

Psicóloga especialista em Terapia  Cognitivo Comportamental, autora do livro digital Adolescer sem Vacilo: Compreendendo o Universo Adolescente

Experiência no atendimento clínico a Crianças e Adolescentes individual ou em grupo.

Contatos: Tel/Whatsapp (21)97502-4033

Email: ellenmsenra@gmail.com

Carlos Costa

Psicólogo (CRP 06/122657), Coach, Empreendedor, Músico e Poeta. Idealizador do projeto O Psicólogo Online que tem por objetivo produzir conteúdo informativo e educativo sobre psicologia, saúde mental e assuntos relacionados, além de prestar serviços de orientação psicológica online.

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