Neurociência e Hipnose: Qual a relação Entre Elas? Descubra Aqui!

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A Neurociência por trás da Hipnose. Neurociência e Hipnose

Novos avanços no campo da Neurociência estão ocorrendo muito rapidamente, desafiando e até mesmo contradizendo as suposições anteriormente assumidas.

A maior parte das pesquisas centra-se no conceito de neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se reestruturar por meio da formação de novas conexões neurais devido à estimulação ambiental, comportamental ou neural.

A fundamentação científica número um da hipnose é a neuroplasticidade. Neurociência e Hipnose

A plasticidade cerebral é a capacidade de modificação do tipo, forma, função e número das sinapses que envolvem os circuitos cerebrais na raiz da experiência, ou seja, as alterações produzidas no ambiente, no organismo ou causadas por lesões.

Uma doença de neuroplasticidade usando uma metáfora, a hipnose seria uma “ponte levadiça” que ao baixar, permite que acesse o inconsciente e obtenha uma comunicação direta e efetiva com ele.

Uma vez acessado o inconsciente (já que se desligou o lado crítico da consciência), é possível compreender o funcionamento de seu próprio organismo, descobrindo os fatores que causam suas angústias, para depois aprender a controlá-las. Neurociência e Hipnose

A neuroplasticidade possibilita que sejam feitas modificações sinápticas. Neurociência e Hipnose

Modificação sináptica é um processo no qual o sistema nervoso reforça certos caminhos e enfraquece outros, resultando em exclusivos padrões eletroquímicos.

Em outras palavras, podemos modificar procedimentos, ressignificar memórias, criar âncoras, etc.

Durante a hipnose, ocorre um aumento de liberação de proteínas para a massa branca do cérebro, onde encontra-se a camada da mielina, cuja principal função é fortalecer as sinapses. Neurociência e Hipnose

Ao diminuir a atividade das frequências cerebrais, o sistema límbico, através do hipotálamo, direciona o comando para o sistema nervoso parassimpático, onde enfatizará as faculdades de visualização, memória, atenção, aprendizagem, vontade, motivação, alegria e bem estar.

Quando o nível da atividade cerebral decresce devido ao estado hipnótico, aumentam a produção dos neurotransmissores acetilcolina, serotonina e norepinefrina, todas relacionadas à boa saúde e bem estar.

Em todas as atuações do sistema nervoso autônomo parassimpático – ativado durante a hipnose – ocorre um aumento do nível de energia do cérebro, ocorrendo um processo de interiorização (o input da fonte de informação muda a predominância do externo para o interno).

Quando alguém dá menos atenção para a informação que vem dos sentidos (exterior), mais atenção é dada para a informação interna, buscando na memória e nas camadas mais internas do inconsciente.

Nenhuma parte do cérebro é efetivamente desligada durante a hipnose. Neurociência e Hipnose

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Ao invés disso, a conexão de certas áreas é modificada, com separações entre algumas delas e maior integração entre outras.

Dessa forma, a pesquisa afirma que o estado de hipnose representa um diferente estado de consciência, e não a falta dela.

A amígdala, durante a hipnose, permite que o sistema parassimpático seja ativado, produzindo uma tranquilidade em todo sistema límbico.

Estudos neurofisiológicos indicam efeitos mensuráveis e específicos da hipnose sobre áreas cerebrais e sistemas orgânicos.

A amígdala também é essencial para a interpretação e a expressão do componente emocional da linguagem, e por essa razão, pode ser ativada pelo tom emocional da sua sugestão.

Sob hipnose, há um reforço de energia (concentração) no sistema límbico; pelo fato desta energia ser positiva e encontrar-se em uma frequência de indução muito baixa, de relaxamento, o hipotálamo tende a frear todo mecanismo do organismo, ativando o sistema parassimpático cuja característica fisiológica é de manter a paz, a serenidade e tranquilidade no organismo.

Logo, os níveis de atenção, serão voltados para suas memórias através do hipocampo, para as emoções, medos e traumas através da amígdala e obterá o controle mais favorável delas através da ínsula.

Algumas técnicas:

Estimulação bilateral Neurociência e Hipnose

Esta técnica envolve estimular os dois lados do cérebro para interromper a ansiedade.

É absurdamente simples, mas surpreendentemente eficaz. Neurociência e Hipnose

Pegue uma bola (ou uma maçã ou qualquer outra coisa que você possa usar para jogar) e pense em algo que lhe esteja causando ansiedade.

Assim que você conseguir senti-la em alguma parte de seu corpo, avalie o nível dela em uma escala de um a dez.

Agora jogue a bola de um lado para o outro, de uma mão para a outra, cruzando a linha da mente, estimulando ambos os hemisférios do cérebro.

O efeito será mais rápido se você mantiver uma mão à sua frente enquanto a outra balança para o lado cada vez que você passa a bola.

Faça isso por um minuto e então pare. Respire fundo e confira o resultado. Você pode perceber que a ansiedade se dissipou.

Isso acontece porque, ativando ambos os hemisférios, você está espalhando sangue e impulsos elétricos em todo o cérebro, atingindo essa área de associação e a difundindo.

Logo, esse grupo de ansiedade simplesmente não consegue mais manter-se junto.

Agora, pense na mesma situação novamente, veja quanto de ansiedade você consegue reconhecer ainda presente, e avalie-a mais uma vez na escala de dez a um.

Passe a bola ou outro objeto por um minuto e confira o resultado.

Repita isso até que a ansiedade tenha sumido completamente.

Isso é algo que você pode fazer em qualquer lugar.

Assim que você começar a sentir a ansiedade, simplesmente pegue um objeto – uma chave, uma garrafa de água, qualquer acessório funciona desde que você mova ambos os braços – e ultrapasse com ele a linha mediana do seu corpo.

Visão periférica (pare o mundo) Neurociência e Hipnose

Ao ajudar as pessoas a superar a ansiedade, notei algumas semelhanças.

Seja o que os médicos chamam de ansiedade específica ou generalizada, o diálogo interno ou é o gatilho ou é o que mantém o padrão.

Você vai aprender muitas maneiras diferentes de neutralizar o diálogo interno mais adiante, mas, por agora, experimente esta simples forma de mudar a sua mente:

Comece escolhendo um lugar ou ponto central para olhar.

Lentamente, comece a expandir sua visão periférica para incluir tudo ao redor presente no espaço do local.

Agora, expanda sua visão ainda mais para os lados, para cima até o teto e para baixo até o chão.

Expanda-a ainda mais, permitindo que seu campo de visão se abra de tal maneira que você consiga imaginar-se tornando consciente do espaço atrás de você.

Pode parecer estranho de início, mas, depois de praticar três ou quatro vezes, você notará que uma calma paira sobre a sua mente e sobre o seu corpo enquanto você percebe que o seu diálogo interno cessou.

A isso que Carlos Castaneda se referiu como “parando o mundo”.

Eu ensino esse processo aos meus clientes que têm ansiedade, pois isso os permite ampliar a consciência de dentro para fora.

A vantagem da visão periférica é que ela pode ser feita em qualquer lugar, a qualquer hora, e, com a prática, torna-se uma outra maneira de se estar no mundo.

Coerência cardíaca Neurociência e Hipnose

Esta técnica é adaptada do trabalho do Instituto Heart-Math, um grupo de médicos e psicólogos que estão estudando a coerência da frequência cardíaca e o seu efeito na saúde mental e física.

Comece levando sua consciência para o seu coração e, enquanto você faz isso, imagine respirar profundamente, dentro e fora dele.

Talvez você queira colocar a sua mão sobre o seu coração para manter a sua consciência lá enquanto você respira por meio dele.

Imagine que, enquanto o seu coração está bombeando sangue saudável por todo o seu corpo, ele também está irradiando energia por meio de todo o seu sistema.

O coração é o transmissor mais forte de energia eletromagnética do corpo.

Ao fazer o exercício, você está começando a levar seu cérebro para um estado de onda cerebral mais coerente e relaxado.

O coração envia informações para o cérebro de várias maneiras: eletromagneticamente, que é como funcionam os ECG’s; por meio do pulso, enviando informações por uma onda de pressão arterial; e bioquimicamente, pela liberação do peptídeo atrial, um hormônio que inibe outros hormônios do estresse.

Pratique a respiração cardíaca ao longo do dia, sabendo que, assim que sentir ansiedade, você pode levá-la imediatamente para o seu coração, e então respirar.

Às vezes, ao se concentrar em seu coração, você talvez queira pensar em alguém ou em algo que ama e permitir que esse sentimento flua através da sua respiração.

Neurociência e Hipnose E, enquanto você se sente melhor, talvez você possa achar interessante perguntar a si mesmo: “o que posso aprender com isso?”

Você pode se surpreender com suas respostas. 

Link para respiração: https://www.youtube.com/watch?v=IITTqBavoto

Auto-hipnose

Saiba mais: https://opsicologoonline.com.br/auto-hipnose/

Marco Maximino, Psicólogo e Hipnoterapeuta

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Os atendimentos devem ser agendados com antecedência, sendo o primeiro contato uma avaliação gratuita do caso, onde é explicado como funciona a Psicoterapia com Hipnose.

O tempo necessário para conclusão de um tratamento com base na hipnose varia para cada paciente e caso específico.

Possibilidade de atendimentos via reembolso do seu plano de saúde ou convênio.

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Para mais informações acesse o site: www.psicologomarcomaximino.com

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Carlos Costa

Carlos Costa

Psicólogo há 3 anos (CRP-06/122657), coach, empreendedor, músico, poeta e escritor. CEO e fundador do portal e plataforma “O Psicólogo Online”. Através de seus cursos e materias vem contribuindo com a psicologia e com os profissionais psicólogos para uma melhor prática da psicologia online no Brasil e com a valorização da profissão. É criador da plataforma de atendimento online “O Psicólogo Online” que auxilia psicólogos a agendarem e receberem por suas sessões de forma simples e segura.

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