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Luto Amoroso

Luto Amoroso: 6 Dicas Para te Ajudar a Superar Essa Situação

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Luto Amoroso

Olá pessoal! Luto Amoroso

Com a repercussão do último artigo, decidi continuar falando sobre o término de relacionamento e as fases do luto amoroso, porém neste darei algumas dicas de como sair dessa situação. 

Então, continue aqui comigo, caso você tenha se identificado ou acha que um amigo está passando por isso e quer ajudar. 😉 Luto Amoroso

Como falamos no artigo anterior, (Fim de Relacionamento? Conheça as 5 Fases do Luto Amoroso!), o luto, seja ele qual for, deve ser uma fase transitória, não permanente, porém, não podemos determinar um prazo para que o sofrimento intenso acabe de uma vez por todas, pois o tempo de um, não é o do outro.

Os estágios do luto que foram citados anteriormente (Negação, Raiva, Negociação, Depressão e Aceitação), foram elaborados por Elisabeth Kübler-Ross através de estudos, a fim de organizar essa fase, para que as pessoas reconheçam que é normal enfrentar esses sintomas após uma perda.

Porém, muitas pessoas não passam por todos eles ou ainda podem permanecer por mais tempo em um deles e passar rapidamente pelos outros, não existe uma regra. Luto Amoroso

Após a publicação do artigo recebi algumas mensagens de pessoas preocupadas em se encontrar em um desses estágios, para saber se ainda falta muito tempo ou muitas etapas para que a dor acabe.

Outras acabaram criando sintomas em suas mentes, do qual não estavam vivenciando, para justificar sua estadia em um desses estágios. Luto Amoroso

Por outro lado, pessoas conseguiram se identificar e seguiram tranquilas por saber que era normal os tipos de pensamentos que permeavam a mente delas e que não ia durar para sempre.

Qual é a diferença entre essas pessoas? Você consegue identificar?

Ambas estão sofrendo, passando por um processo muito difícil de luto, onde o que morreu foram seus sonhos e idealizações sobre a pessoa amada e a vida que almejava.

As primeiras situações citadas, onde o apego ao sintoma foi maior, descrevem o comportamento de uma pessoa dependente emocional, pois a tendência de se agarrar a algo (uma esperança, sintoma, solução, pessoa), é muito maior, por achar que é a única alternativa ou até mesmo para justificar o que estão vivenciando.

“A mais profunda necessidade do homem. Assim é a necessidade de superar sua separação, de deixar a prisão em que está só. A falência absoluta em alcançar esse alvo significa loucura” (Erich Fromm)

Muitas vezes não deixamos ir esses sentimentos e sensações, pelo apego a vida que tínhamos, pelo sentimento que gerava, pelos benefícios que eram concebidos, entre outras coisas.

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Na verdade, em muitos casos, existe um apego por coisas muito pequenas e que, diante do sofrimento gerado, são quase imperceptíveis.

O que as transformam em algo grande, é o medo de perder ou de não ter outra chance como aquela.

E, sem perceber, a pessoa vive em um aprisionamento, com a ilusão de que são dois, mas na verdade é apenas um tentando e tentando. Luto Amoroso

Lembre-se que existem diferentes casos. Neste trago como exemplo uma pessoa que está presa em uma relação desgastada, onde, muitas vezes, sofre agressões verbais, humilhações ou traições e não conseguem sair desse ciclo. Luto Amoroso

Após essa reflexão, vamos as dicas:

Luto Amoroso: 6 Dicas Para te Ajudar a Sair Dessa Situação!

luto amoroso
6 Dicas para sair do luto amoroso!

#1 – Identifique o medo – o primeiro passo é identificar quais são seus verdadeiros medos e quais os momentos que eles aparecem. Uma ajuda profissional para isso é um diferencial, pois sabemos o quanto nossa mente nos engana e, fazendo isso sozinho, corre-se o risco de burlar sem perceber.

#2 – Crie estratégias para lidar com seu medo – Após a identificação do que, de fato, você teme com esse rompimento, você está pronto(a) para criar ferramentas que te ajude a lidar com ele.

Por exemplo, se seu medo é ficar para sempre só, é legal pesquisar por grupos ou comunidades formadas de pessoas que enfrentaram isso que você está passando e superaram.

#3 – Aceite seu sofrimento – Quem foi que disse que não é permitido sofrer ou chorar? Quem te falou que a todo momento você deve se manter forte?

É importante que você reconheça sua dor para o enfrentamento, ignorar a situação não é a melhor forma de resolve-la.

#4 – Separe um tempo para você – Nessa etapa não significa que o melhor é você se isolar de todos que gosta, apenas para você observar se ficar constantemente perto de pessoas não está sendo uma fuga para seus pensamentos.

É necessário reservar um tempo para você, para entender e organizar melhor seus pensamentos.

#5 – Viva um dia de cada vez – Entenda que pode existir dias que você está muito bem e outros que não tanto, pois, de repente, as lembranças acabam invadindo a mente.

Isso também é muito comum de acontecer. Evite fazer muitos planos nesses momentos de euforia, pois você acabará se cobrando mais no dia que não estiver tão bem.

#6 – Reconcilie-se com você mesmo – Tire o peso da culpa, traga em seu lugar o perdão. Faça dessa experiência uma oportunidade de amadurecimento e crescimento.

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Quando você está bem com você, tudo muda em seu redor. Como serei capaz de amar e perdoar alguém se não sou capaz de me amar e de me perdoar?

“A dor é suportável quando conseguimos acreditar que ela terá um fim e não quando fingimos que ela não existe.”.

(Allá Bozarth-Campbell)

Beijos,

Karol

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karolKaroline Lima é Psicóloga (CRP 06/121579), mora na capital de São Paulo, atua na clínica atendendo crianças, jovens e adultos e realiza orientação psicológica online. É palestrante e apaixonada por saúde emocional nas relações.

Contatos:

E-mail – karoline.lima-psi@hotmail.com
Telefone – (11) 94779-3309
Instagran: @karol.limas
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