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a importância do psicólogo

A Importância do Psicólogo: O que se vê no pódio é só a ponta do iceberg!

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

A Importância do Psicólogo

O que se vê no pódio é só a ponta do iceberg!

Nos últimos dias temos acompanhado vários atletas que, ao terminarem suas batalhas olímpicas, onde são testados até os limites da sua força física e mental, lembram-se de citar a importância e agradecer ao psicólogo que os acompanhou.

Algumas manchetes dos jornais desta última semana: A Importância do Psicólogo

“Alison revela segredo para não se abater com virada no 2º set: trabalho com psicólogo”

“Psicóloga controla ansiedade de Nory e fez pai do ginasta mudar de opinião”

“Psicóloga de Diego Hypolito trabalhou metas com ginasta: ‘Ele se reinventou como ser humano e atleta’”

Os esportes são representações de vida concentrada. 

Dramas concentrados. Relacionamentos concentrados. 

Anos concentrados em tempos de 45 minutos, ou distâncias de 1.000 mts, 100 mts, 50 km:

A Importância do Psicólogo “Jogos e esportes, assim como qualquer produção cultural, são simbolizações, são sublimações das energias economizadas na luta pela sobrevivência, aplicadas de uma forma criativa e construtiva.”

Por isso vibramos tanto com o triunfo dos nossos atletas e nos compadecemos da dor dos que não conseguem, apesar dos extenuantes esforços.

Por que são histórias humanas, de heroísmo, de superação, de dramas familiares, de redenção, de amor, de provações, de glória.

São nossas próprias batalhas simbolizadas.

O que vemos do atleta no pódio, é apenas a ponta do iceberg!

Somos muito maiores do que o que aparece para o mundo!

Somos uma reserva, uma jazida de nós mesmos! A Importância do Psicólogo

Todo o mundo tem mãe, pai, amores, dores, dramas. 

Para chegar até o lugar de destaque, o pódio, foi preciso se confrontar com a parte submersa do iceberg:

  • os medos,
  • as motivações obscuras,
  • a insegurança,
  • a covardia,
  • e enfrentar os próprios fantasmas.

Quem não conhece o que está abaixo da superfície do seu iceberg, muitas vezes é surpreendido pelas consequências das trombadas que vai dando e pelos “Titanics” que afunda na vida.

A vida tem momentos que valeriam um pódio!

Fico imaginando se conquistas do dia a dia, que não valem medalha de ouro, prata ou bronze, virassem também manchetes de jornal.

Leia também: 6 Bons Motivos Para Levantar Cedo e Fazer Atividades Físicas!

Quantos feitos marcantes, de tantos “atletas” anônimos, correndo pra cá e pra lá pra sobreviver na maratona diária das cidades, foram favorecidos pelo acompanhamento e o cuidado de um psicólogo?

Se as conquistas do dia a dia fossem noticia, imagino manchetes assim:

-“Eu me sinto uma vencedora. Depois de 15 anos de um casamento que parecia uma prisão, eu me sinto capaz de seguir na vida com minhas próprias pernas! Eu agradeço a minha psicóloga, que me ajudou a encontrar o meu amor próprio e minha liberdade”.

-“Hoje eu comecei um novo trabalho!  Eu agradeço ao meu psicólogo, que me confrontou com meu medo e minha acomodação, e me fez ir de encontro aos meus verdadeiros valores com coragem, autenticidade e fé na vida”.

-“Eu estava numa fase tão sem graça, cinzento… Não conseguia criar nada, ficava me escondendo por medo do julgamento dos outros. Meu psicólogo me acompanhou por esse deserto, até os caminhos que me levaram ao meu lado mais colorido, criativo. Estava bem ali do lado e eu não enxergava sozinho”.

O mérito é sempre de cada um, atleta ou sedentário, que se permite olhar para dentro e se reconhecer, se reinventar, se reconstruir. 

Parabéns aos psicólogos que contribuíram com os atletas para a conquista de cada medalha olímpica!

E parabéns aos psicólogos, que nos bastidores do cotidiano, lançam seus clientes para a aventura da vida, com um mapa e uma direção: ser feliz.

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Ana Helena

ana helenaAna Helena Puccetti é Psicóloga pela Universidade Mackenzie, CRP 06/62163-8.

Pós-graduação em Psicologia da Atividade Física e do Esporte pela UNIFMU, Life Coach pelo Instituto Holos, Capacitação em Mediação de Conflitos pelo IASP, Psicologia da Emergência pela PUCRS.

Remadora desde 1984, conquistou o primeiro título sul-americano de remo feminino sênior pelo Brasil, no four skiff (Paraguai, 1997).

Atualmente participa de competições de remo máster, tendo vários títulos brasileiros, sul americanos e duas medalhas de ouro na FISA World Masters Regatta.

É diretora do “Instituto Remo meu Rumo”, que oferece a prática de remo para crianças deficientes.

Contatos:

https://www.facebook.com/psicologaanahelena/#

anahelenap@gmail.com

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