O Nascimento de crianças especiais e como a psicóloga pode ajudar

Pouquíssimos pais imaginam um filho com alguma incapacidade física ou mental.
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Quando os pais esperam um bebê, esperam que ele nasça normal, idealizam a “criança ideal”: como será fisicamente, que tipo de relacionamento terá, pensando em tudo que ela poderá ser e fazer, em tudo que os pais vão proporcionar que seja diferente da sua própria infância, entre outras coisas.

Porém, em tais fantasias, pouquíssimos pais imaginam um filho com alguma incapacidade física ou mental.


Atualmente, a tecnologia possibilita um período de gravidez o mais seguro possível, porém é muito difícil ter certeza do resultado final.

Vários são as situações que concorrem para o nascimento de um bebê com necessidades especiais, por exemplo, mães com menos de vinte anos e mais de trinta e cinco, o tabagismo e o consumo de outras drogas, sífilis, a rubéola, a diabetes, dentre outros. 

Entretanto, a cada dia muitos bebês com deficiências nascem de casais que são saudáveis e estão numa idade propícia. Dar à luz a um bebê é um ato público, pois amigos e parentes esperam o momento de conhecer o recém-chegado.

O nascimento é um acontecimento especial da vida, visto que significa a perpetuação da espécie humana.


Quando um bebê nasce apresentando alguma deficiência, é normal que a família experimente sentimentos contrários.

Pode haver vergonha, culpa, medo, bem como amor.  Os pais e familiares passam por várias fases neste processo de compreensão/adaptação/aceitação desse filho diferente.

É importante ressaltar que essas fases não acontecem de forma seqüencial e estática e que nem todos os pais passam necessariamente por todas elas.

Como uma psicóloga pode ajudar


A primeira reação  após o diagnóstico médico pode ser percorrer vários especialistas com o objetivo de constatar uma falha no diagnóstico anterior, como se quisessem procurar a cura para o seu filho.

É nesse momento que muitas famílias se desestruturarm, ou tornam-se descrentes da medicina, outros tentam fugir do diagnóstico, não levando seus filhos ao consultório médico, isso impede que a criança receba tratamentos adequados que facilitem sua reabilitação.

Há pais que tornam-se super protetores, na tentativa de sufocar o sentimento de culpa ou rejeitam o filho, adotando uma atitude extremista e ausente de limites.

Freqüentemente, a mãe dispensa a essa criança a maior parte do seu tempo, dedicando pouca ou nenhuma atenção ao marido, aos demais filhos e a si mesma.

É importante que o psicológo trabalhe a dinâmica familiar apresentando alternativas concretas ao seu modo de relação.

Desde o nascimento, é importante a orientação do psicológo para ajudar a família a se estruturar, lidar com o processo de luto, elaborar estratégias de reabilitação para desenvolver o potencial da criança, tendo uma melhor qualidade de vida.
 

Leia também: A importância do vínculo mãe-bebê e a ajuda psicológica na formação

 

Maíra Pedroso Soares, psicóloga CRP 06/92334.

Especialista em Psicologia Hospitalar e Neuropsicologia, atua na clínica atendendo crianças, adolescentes; adultos, casais e portadores de deficiência; faz avaliação e reabilitação neuropsicológica; realiza atendimento e orientação a gestantes no pré e pós parto.

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