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Como Ter Amor Próprio? Respeite a Ti Mesmo!

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Como ter amor próprio

Como ter amor próprio

Se você já viajou alguma vez de avião, com certeza escutou a aeromoça, ao dar as instruções de segurança, dizer que:

“Em caso de despressurização da aeronave, máscaras de oxigênio cairão automaticamente.

Puxe uma delas para liberar o fluxo, coloque-a sobre seu nariz e boca, ajustando o elástico em volta da cabeça.

Coloque sua máscara primeiro antes de auxiliar os outros.”

Sim, primeiro coloque sua máscara. Como ter amor próprio

Primeiro, o seu oxigênio.

Lembro que a primeira vez que ouvi essa mensagem (há muito tempo atrás), achei um tanto egoísta.

Depois, entendi que normalmente as pessoas auxiliam crianças ou idosos;

e que essas crianças e idosos, que dependem delas, precisam que elas estejam bem;

se a pessoa desmaia enquanto coloca a máscara na filha de 4 anos que está gritando com medo, quem cuidará dessa criança?

E essa condição acontece também conosco, em nossa vida cotidiana.

Como ter amor próprio. Para realmente ajudarmos o próximo, precisamos estar bem. 

Para amar alguém, é preciso que a pessoa esteja bem consigo mesmo.

É possível amar de outra forma? Claro que sim.

Mas será uma relação pouco saudável; teremos a tendência a jogar a solução das nossas mazelas na relação, e na pessoa amada.

Ficaremos inseguros; carentes; exigindo a presença constante da outra pessoa.

O relacionamento deixará de ser uma coisa leve para se tornar um fardo.

Estar bem consigo mesmo.

Uma das questões que está interligada a isso é o quanto você se respeita.

O quanto você cuida de si mesmo.

O quanto você exerce o seu direito de dizer não a uma proposta ou convite, de dar a sua opinião ainda que seja diferente da opinião de todas as pessoas na conversa. Como ter amor próprio

Recomendo que você leia também: Como Ser Feliz? Assumindo a Responsabilidade!

O quanto você não se deixa levar pela pressão do grupo, do parceiro, da família, do professor, chefe, mídia, sociedade, etc.

Vou dar um exemplo: havia um rapaz que escutava bastante que ele tinha que, na hora de escolher uma carreira, ele tinha que

“fazer aquilo que gosta, aquilo que ama”;

“procurar uma profissão que lhe dê prazer”;

“ter um trabalho que lhe toque o coração”.

Aquilo sempre soou meio brega, piegas para o rapaz.

Uma bobagem motivacional que se diz.

Afinal de contas, ele achava que o importante era ter uma atividade que pagasse bem, que tivesse muitas vagas no mercado.

Afinal, seria o seu trabalho, e tinha que pagar bem.

Afinal, trabalho é uma coisa ruim, um mau necessário, e que pensar em outra coisa (um trabalho que dê prazer? Que seja bom? Que ideia absurda!) seria perda de tempo e fonte de decepção.

Pois o importante era “ganhar a vida”.

Era isso que o rapaz pensava.

O que o rapaz não imaginava era que ele estava, sim, se desrespeitando.

O que ele não sabia é que, ao espontaneamente abandonar sonhos, ou fazer escolhas que vão contra o que se gosta/acredita/quer, estamos causando uma autossabotagem maior do que se imagina.

Pois estamos fazendo não só um sacrifício consciente, por decisão, mas também estamos minando outras áreas importantes, como segurança, autoestima…

Como diria Freud, o seu investimento libidinal nessa atividade que não mexe com você, que não te toca, será menor, mais baixo do que poderia, o levando a obter resultados piores, além de serem fonte de stress.

E aí um ciclo de insatisfação, culpa, fracasso, autossabotagem que vai se autoalimentando. Como ter amor próprio

Eu era esse rapaz. E demorei bastante tempo para enxergar isso.

Para perceber que sim, é possível ter uma profissão que você ame, que seja prazerosa pra você.

E não só isso, que provavelmente essa é a única forma de você se sair bem em uma profissão.

E o mesmo vale para relacionamentos amorosos, ou interpessoais em geral.

Quando estamos à vontade, sem nos forçarmos a nada, sem fingirmos ser o que não somos, conseguimos desfrutar muito mais, e isso é visível para todos à nossa volta, que passam a nos ver com outros olhos.

A chance de alguém se sair melhor numa atividade que realmente gosta são muito maiores do que se imagina.

Faz toda a diferença fazer as coisas com empolgação, amor, tesão, vontade.

O resultado é melhor, e sua qualidade de vida é melhor. Como ter amor próprio

Você passa a ter menos ódio das segundas-feiras.

De fato, a semana toda se torna atraente; acabou a dependência da sexta-feira para ser feliz.

Se você está nessa posição que eu estive, de fazer algo que não te faz feliz (muito pelo contrário), talvez seja a hora de pensar uma forma de mudar isso.

Claro, ninguém está falando em ser inconsequente e tomar decisões obviamente arriscadas, ou fadadas a fracassar, assim de uma hora pra outra.

É uma mudança que deve ser planejada.

Comece de forma pequena, programe-se, prepare-se; vá apontando seus esforços para o que realmente você gosta.

E veja a diferença que isso vai começar a fazer na sua qualidade de vida. Como ter amor próprio

Arthur

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ArthurArthur Gustavo Muniz Engel é Psicólogo (CRP: 05/32234) e psicanalista, pós-graduado em “Psicanálise e Laço Social”.

Atua nas cidades do Rio de Janeiro e Niterói, além de fazer atendimentos on-line.

É também palestrante, supervisor clínico, orientador de grupos de estudo e consultor para jovens psicólogos.

Email: arthur@lacosocial.com.br
Skype: engelnit
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Carlos Costa

Psicólogo (CRP 06/122657), Coach, Empreendedor, Músico e Poeta. Idealizador do projeto O Psicólogo Online que tem por objetivo produzir conteúdo informativo e educativo sobre psicologia, saúde mental e assuntos relacionados, além de prestar serviços de orientação psicológica online.

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