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como manter o amor

Como Manter o Amor na Relação? Regue, mas não encharque!

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

Como Manter o Amor?

Escutamos muitas vezes que um relacionamento terminou porque ele não foi “regado” o suficiente. Como Manter o Amor

Morreu como uma planta da qual esquecemos de regar. Esquecido, seco, largado.

Ninguém olhou, deu atenção, cuidou… e agora, restou só o esqueleto, o cadáver da relação, ou os galhos podres da plantinha.

É verdade, isso pode acontecer mesmo… e na verdade acontece todos os dias… mas não é a única forma que um relacionamento termina.

A meu ver, um relacionamento também pode terminar por ter sido “regado” demais. Mas… como assim?

Esse caso é bem comum em casamentos: o casal vem daquele auge de paixão do namoro, aquele amor todo que um sente pelo outro, vontade de se ver todo dia, toda hora, pensando sempre no parceiro, mandando mensagem… e aí se casam, ou vão morar juntos.

E é, a partir desse momento, da convivência, que as coisas normalmente começam a descer a ladeira… Como Manter o Amor

Como Manter o Amor Muitas vezes, nesse momento, no afã de agradar o parceiro, algumas pessoas acabam se anulando.

Pensam 100% no parceiro, na relação, e esquecem de si.

Fazem apenas aquilo que o parceiro gosta, ou melhor, apenas aquilo que acham que o parceiro gosta.

E deixam de fazer o que elas gostam. Como Manter o Amor

E vão perdendo sua identidade, vão perdendo um pouco da alegria que retiravam das pequenas coisas do dia-a-dia (que abandonaram), e vão ficando mais infelizes.

Às vezes, isso acontece com as duas partes do casal; às vezes com uma só.

De qualquer forma, o resultado final é ruim: ao deixarem de cuidarem de si, ao anularem suas idiossincrasias, suas vicissitudes, as partes deixam de se reconhecer, e de reconhecer o parceiro.

Para que se possa usufruir de uma relação de uma forma plena, é importante que você esteja bem com você mesmo. Como Manter o Amor

como manter o amor
Como manter o amor?

Recomendo que você leia também: Como Ter Amor Próprio? Respeite a Ti Mesmo!

O fato de estar em um relacionamento não significa que você não existe mais.

As duas partes continuam existindo, não é apenas “o casal”.

E é muito importante que se continue assim: afinal, foi assim que o casal se apaixonou.

É claro que viver junto, viver em convivência, implica muitas alterações na vida das duas pessoas, sem dúvida.

É um período de muita adaptação, um período no qual ambas as partes cedem um pouco, para conseguir um (difícil) equilíbrio. Um pouco. Não totalmente.

O mais irônico e triste disso tudo é que muitas vezes aquilo que é silenciado, o desejo que é contido, a frase não dita, é justamente o que a outra parte gostaria de ouvir, de ver, de sentir…

O que uma das partes pode estar “abafando” em si para se tornar mais agradável aos olhos do outro podem ser justamente as coisas que o outro mais gostava nela…

Tiramos daí duas importantes lições, que na verdade sempre soubemos; mas é sempre bom relembrar.

A primeira: a comunicação é fundamental para qualquer tipo de relacionamento, não somente os amorosos. Como Manter o Amor

Somos seres falantes, é essencial em todos os sentidos a fala.

E se até ela gera mal-entendidos, o que dirá outras formas de comunicação, ou melhor, o que dirá não se comunicar?

Não há como, temos que dizer o que estamos sentindo, se há algo nos incomodando, etc.

A segunda: ser você mesmo é essencial. Como Manter o Amor

Parece óbvio, parece frase de autoajuda… Como Manter o Amor

Mas é um óbvio que muita gente não segue, que muitos de nós não seguimos em algum momento do dia.

Queremos sempre demonstrar uma outra coisa, que somos melhores, mais inteligentes, mais legais do que realmente somos.

E criamos falsas imagens, que depois é difícil sustentar.

Quando estamos em um relacionamento, e cometemos algum desses erros (regar demais ou regar de menos) por um longo período, o resultado é parecido: acabamos encarando o parceiro como uma piscina que construímos em nossa casa.

No início, é uma maravilhosa, e ficamos fascinados por ela.

Depois de um tempo, quando não é mais novidade, ela fica esquecida, e passa a ser visto como um estorvo, que atrapalha a dinâmica da casa, gera custo, e nenhum prazer.

Arthur

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ArthurArthur Gustavo Muniz Engel é Psicólogo (CRP: 05/32234) e psicanalista, pós-graduado em “Psicanálise e Laço Social”.

Atua nas cidades do Rio de Janeiro e Niterói, além de fazer atendimentos on-line.

É também palestrante, supervisor clínico, orientador de grupos de estudo e consultor para jovens psicólogos.

Email: arthur@lacosocial.com.br
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Carlos Costa

Psicólogo (CRP 06/122657), Coach, Empreendedor, Músico e Poeta. Idealizador do projeto O Psicólogo Online que tem por objetivo produzir conteúdo informativo e educativo sobre psicologia, saúde mental e assuntos relacionados, além de prestar serviços de orientação psicológica online.

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