Skip to main content
Ciência da Felicidade

Psicologia Positiva: A Ciência da Felicidade. Saiba Mais Aqui!

Tempo estimado de leitura: 5 minutos

O que leva uma pessoa a ser feliz? O que dá sentido a vida? Como são as pessoas genuinamente felizes? Ciência da Felicidade

Durante 25 anos de pesquisas, o professor Ed. Diener da Universidade de Illinóis, nos EUA, estudou sobre a felicidade.

Segundo Diener, quando aumentamos nossa felicidade ela nos proporciona que ganhemos mais dinheiro, a termos melhores relacionamentos, e consigamos maior desempenho no trabalho. 

Quem não gosta de gente feliz? Ciência da Felicidade

Ciência da Felicidade Outra grande estudiosa da psicologia positiva, Sonja Lybomirsky, descobriu evidências de que a felicidade está, em 50%, determinada por nossos genes.

Isso nos mostra que há uma tendência natural de que estamos evoluindo para termos mais pessoas felizes no mundo, já que também dados apontaram que:

  • pessoas felizes têm mais amigos,
  • apresentam relações mais duradouras,
  • são mais generosas,
  • gratas, Ciência da Felicidade
  • vivem mais,
  • têm menos dor,
  • têm sistema imunológico mais forte
  • e fazem mais sexo.

Sonja ainda refere que 10% está intimamente ligada a situações circunstanciais, as quais as vezes não temos muito controle, tais como por exemplo a morte de alguém que amamos, uma doença inesperada, ganhar um grande prêmio, passar num concurso, mas ainda restam outros 40% e estes sim, podemos e devemos trabalhar a favor da nossa felicidade.

Felicidade
Fatores que determinam nossa felicidade

A felicidade está na simplicidade e nas pequenas coisas da vida, não minimizando o impacto positivo que geram em nosso bem-estar.

Por incrível que pareça existem muitas coisas que podemos fazer pela nossa felicidade, na psicologia positiva denominamos de ações intencionais.

Abaixo alguns exemplos:

  1. Assistir a um filme que estava desejando;
  2. Brincar com os filhos sem hora para acabar;
  3. Deliciar-se com alguma comida preferida;
  4. Aprimorar um trabalho que ainda não está do jeito que você gostaria;
  5. Curtir a companhia de quem ama;
  6. Estar junto de seus familiares;
  7. Ler um bom livro;
Ciência da Felicidade
Ciência da Felicidade

Ciência da Felicidade Está praticamente em “nossas mãos” por onde vamos buscar viver com mais prazer.

É importante que as pessoas se deem conta que ser feliz está também na capacidade de se adaptar ao que está fazendo e assim variar conscientemente o que faz, quer ver um exemplo?

Se você corre todos os dias pela manhã, sai sempre no mesmo horário, percorre pelos mesmos lugares, sugiro que possa variar.

Procure fazer novos caminhos, saia em outros horários, se permita a pequenas e significativas mudanças diárias, elas estimulam nosso cérebro deixando-o mais alerta e conectado ao presente.

Quem sabe ao fazer isso você consiga contemplar a natureza, os animais, perceber o que está à sua volta.

Quando nos permitimos a mudança na direção de coisas que gostamos fazer, estimulamos a produção de um neurotransmissor muito importante para as sensações de prazer e felicidade, chamado de dopamina.

Com o passar dos anos as pessoas vão perdendo a capacidade dessa conexão neural favorecendo o surgimento de doenças como o Parkinson.

Ciência da Felicidade Devemos buscar por mais experiências que liberam a dopamina e uma das maneiras que mais produzem é a atividade física e se variarmos como fazemos, será melhor ainda.

Atividades físicas de diferentes tipos produzem dopamina.
Atividades físicas de diferentes tipos produzem dopamina.

Acabamos equivocados em alguns aspectos que consideramos gerar a felicidade que tanto imaginamos.

Para o professor Dr. Daniel Gilbert, autor do livro “O que nos faz felizes?” nos mostra em seus estudos que o número de sensações boas ou ruins que vivenciamos não nos deixa mais ou menos felizes.

Mas então o que seria? Ciência da Felicidade

Para ele, quando experimentamos momentos de grande alegria como ganhar na loteria, percebemos que aquela sensação se dissipa, e em alguns dias voltamos a nos sentir como estávamos antes do prêmio.

O mesmo acontece quando coisas ruins acontecem, pensamos que nunca mais nos livraremos da sensação de perda e desequilíbrio, que não iremos mais nos erguer, mas percebemos que com o tempo aquele desespero também passa.

Em geral as pessoas ficam bem quando as coisas vão mal.

Depende de nós buscar o que nos faz feliz de verdade!
Depende de nós buscar o que nos faz feliz de verdade!

Deixa explicar melhor, é necessário que as pessoas aprendam a aceitar a própria vida, fazer as pazes consigo mesmo, sendo mais grato, centrado e conectado.

Pois cada um pode fazer novas escolhas quando coisas acontecem, ter maior flexibilidade em suas crenças e assim enxergar as adversidades como potencializadoras.

Em geral se pensa no lado negativo proporcionado pelas dificuldades, isso é um crença que a grande maioria acredita.

Mas os estudos em psicologia positiva mostram que é justamente ao contrário, que na adversidade é que conseguimos encontrar maior sentido e motivação para ações que melhoram nosso sentimento de empoderamento, capacitando no florescimento de qualidades e habilidades às vezes desconhecidas por nós mesmos.

Veja você também como as crenças que temos interferem na felicidade, pois muitos pensam que ser competente e bom é ganhar muito dinheiro, mas pesquisas apontam que não.

Nos EUA durante um monitoramento de 50 anos perceberam que o índice de riqueza dobrou, mas os de felicidade mantiveram-se os mesmos.

Não importa se você ganha mais e possui muitos bens, temos a tendência em se adaptar e sempre querer mais.

Isso é chamado de esteira rolante do hedonismo.

O hedonismo significa quando buscamos a felicidade apenas pelo prazer, aquela sensação boa que dá quando conquistamos algo, mas ela desaparece tão rápido quanto veio, voltando o vazio.

Ciência da Felicidade A adaptação hedônica é um dos principais inimigos da felicidade.

Pessoas felizes tem apoio da família, não significa que se dão bem com todos, mas possuem a família e amigos próximos.

Procure refletir por onde você está buscando sua própria felicidade, se dentro ou fora de si.

Quando acreditamos que seremos felizes apenas quando tivermos um novo amor, ou quando formos elogiados, recompensados ou termos coisas lindas e boas, nosso referencial está para fora de nós.

Mas quando nos envolvemos em nosso crescimento pessoal, acreditando e amando quem realmente somos, com senso real de querer ajudar outras pessoas e melhorar o mundo em que vivemos.

Ai sim, estaremos identificando que a felicidade verdadeira está dentro de cada um, no encontro com um sentido de vida, um propósito maior.

Lembre-se que podemos mudar, a nós e ao mundo que nos rodeia vendo por outras formas, outros prismas e principalmente acreditando que ao olhar para dentro, veremos que escondido por um longo tempo estava nossa felicidade.

Somos os idealizadores do Ponto Mutação – Desenvolvendo Potenciais, psicólogos positivos Rafael Garcia Oliveira(CRP 07/16242), especialista em avaliação psicológica e em psicologia positiva e Cláudia Maria Pedroso Dias(07/20397) psicóloga clínica e coach, Somos também palestrantes, escritores, apaixonados pela Psicologia Positiva.​ Atuamos em Porto Alegre/RS atendimentos de adultos(individual e casal) e orientação psicológica online para todo Brasil.

Site: www.pontomutacao.com.br

Instagram >> Twitter >> Facebook >> @Pontomutacao

Youtube: http://bit.ly/PontoMutaçãoYoutube

E-mail: [email protected]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.