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Amor Cego: A Verdade Que Ninguém Nunca Contou Sobre Amor e Idolatria!

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

Relacionamentos: IDOLATRIA OU AMOR? Amor Cego

Oi pessoal! Amor Cego

Quando colocamos o amor em discussão sabemos que é um assunto que pode render muuuuito!

E isso é muito legal, pois cada um enxerga e o vivencia de uma forma.

Meu objetivo aqui não é falar sobre o amor.

Mas sim colocar em reflexão um comportamento que pode ser confundido com ele, porém, na realidade eles são bem diferentes: a idolatria.

Segundo o dicionário Michaelis, IDOLATRIA, no sentido figurado da palavra significa:

“amor cego / excesso de amor ou admiração demonstrada de maneira exagerada”.

Se idolatrar algo ou alguém fizesse bem, Albert Einstein não diria que,

“todos devem ser respeitados como indivíduos, mas ninguém deveria ser idolatrado”.

Respeito, admiração, união e amor é diferente de idolatria.

É tão difícil diferenciar esses sentimentos / comportamentos, pois, nossa cultura, principalmente a musical, traz em suas letras diversas situações em que um indivíduo tem um discurso de uma pessoa que sofre de dependência emocional / afetiva, porém devido a sonoridade e a maneira que ela é colocada temos a sensação de o personagem da canção apenas ama – e não há nada de mal ou ruim em amar, não é?

Vamos tomar como exemplo as lindas canções de Adriana Calcanhotto, “Fico Assim sem Você” e “Metade” que, na sequência, dizem:

Fico assim sem você

“Por que é que tem que ser assim, se o meu desejo não tem fim.

Eu te quero a todo instante, nem mil autofalantes, vão poder falar por mim!

Eu não existo longe de você e a solidão é o meu pior castigo (…)”

Metade

“Eu perco as chaves de casa, eu perco o freio, estou em milhares de cacos, eu estou ao meio….

Onde será que você está agora?

Eu perco o chão, eu não acho as palavras, eu ando tão triste, eu ando pela sala, eu perco a hora, eu chego no fim (…)”

Podemos cantar e cantar inúmeras vezes, mas quase não paramos para analisar quão fortes elas podem ser e quanto nos colocam em posição inferior e idólatra.

As letras não dizem a respeito necessariamente de um término ou um rompimento, mas de uma ausência, que pode ser temporária, mas que coloca o indivíduo em uma posição desesperadoraAmor Cego

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Ok, aqui estamos falando de ficção ou de uma inspiração que, nesse caso, pode não ser real.

Porém, na VIDA COMO ELA É, isso acontece com grande frequência de maneira branda, similar ou até mesmo mais intensa.

E, independente da amplitude, é capaz de gerar grandes marcas e sofrimentos.

Podemos observar esses comportamentos em pais no relacionamento com seus filhos; superprotegendo-os.

Em filhos no relacionamento com seus pais, se abstendo das decisões e sendo dependente dos mesmos.

Em casais, com ameaças, irritabilidade, possessão; ou até mesmo em amizades, com ciúmes, falta de interesse em outras pessoas.

A idolatria nos aprisiona, pois gera uma necessidade grande de viver para o outro, para suprir as necessidades do outro.

Enquanto o amor é livre, não gera uma cobrança em servir, muitas vezes por medo de perder.

amor cego
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No amor eu escolho fazer e sinto paz, não faço simplesmente por um apego como na idolatria!

Caso você se identificou com esse texto e conseguiu diferenciar o seu sentimento pelo o outro, se é amor ou idolatria, tente livrar-se dela cuidando primeiramente de si mesmo, buscando uma análise pessoal para te auxiliar nesse processo.

Você pode também cultivar outros relacionamentos, não necessariamente desconhecidos, mas resgatar aqueles que ficaram lá atrás.

Esteja preparado para a mudança e para enfrentar os sentimentos que esta pode lhe gerar Amor Cego

Pois, por pior que eles possam parecer não é maior que o peso de deixar sua felicidade no bolso de outra pessoa.

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Para concluir, trago para reflexão outro ponto de vista do que pode ser o amor, pois aborda de maneira simples, exatamente o oposto do que a idolatria nos proporciona.

O texto está na Bíblia em I Coríntios 13:4-5:

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é ciumento; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. 

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal”.

Beijos,

Karol

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karolKaroline Lima é Psicóloga (CRP 06/121579), mora na capital de São Paulo, atua na clínica atendendo crianças, jovens e adultos e realiza orientação psicológica online.

É palestrante e apaixonada por saúde emocional nas relações.

Contatos:

E-mail – karoline.lima-psi@hotmail.com
Telefone – (11) 94779-3309
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Carlos Costa

Psicólogo (CRP 06/122657), Coach, Empreendedor, Músico e Poeta. Idealizador do projeto O Psicólogo Online que tem por objetivo produzir conteúdo informativo e educativo sobre psicologia, saúde mental e assuntos relacionados, além de prestar serviços de orientação psicológica online.

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