12 Dicas Para Você Saber se é Uma Vítima de Stalking!

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Stalking é uma palavra de origem inglesa utilizada para denominar um conjunto de ações praticados por uma pessoa contra a outra, de maneira ininterrupta e ativa, de maneira que a vítima tem a sua privacidade atingida através de diferentes táticas e meios.

O (a) autor (a) deste tipo de prática (stalking) pode ser um ex-parceiro (a), um (a) amigo (a), uma pessoa do seu círculo social, profissional e acadêmico ou mesmo uma pessoa desconhecida.

Para delimitar claramente este tipo de violência, cito os quatro aspectos importantes deste tipo de prática:

  • são padrões de comportamentos,
  • repetitivos,
  • intencionais,
  • principalmente, as vítimas não desejam as práticas das quais são alvos.

O stalker (aquele que pratica o stalking) ou perseguidora, cerca a vítima e não a perde de vista mesmo que o alvo demonstre, explicitamente, que o rejeita ou não o deseja por perto. De maneira constante, ela se confronta com o objeto do seu medo.

Com o passar do tempo, esta violência pode atingir de maneira física e emocional a vítima, alterar o modo de vida e trazer restrições na liberdade de locomoção do alvo.

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A princípio, os comportamentos podem ser inofensivos e não apresentam nenhum risco, mas a persistência faz com que eles se tornem intimidadores, perigosos e amedrontadores. Então quais são os comportamentos assediadores persistentes que merecem atenção?

A seguir, listo 12 pontos importantes de determinados comportamentos, que também estão descritos na página da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) – www.apav.pt, que indicam a prática do Stalking!

12 Dicas Para Você Saber Se é Uma Vítima de Stalking!

Stalking
Stalking
  1. Envio constante de mensagens, bilhetes, e-mails, cartas e telefonemas que podem ser inofensivos ou ofensivos, ameaçadores ou não;
  2. Observar e perseguir;
  3. Aparecer sem ter sido convidado ou avisado em casa ou nos ambientes que a vítima costuma frequentar;
  4. Persistência em aproximações físicas ou marcar encontros;
  5. Ficar sentado na porta ou nas imediações da casa da vítima, trabalho, escola ou outros locais que costuma frequentar;
  6. Envio de presentes, flores ou mesmo objetos bizarros ou obscenos;
  7. Disseminar rumores, falsas informações ou até segredos para amigos, familiares e pessoas próximas da vítima;
  8. Reunir informações sobre a vida da vítima junto a pessoas próximas, amigos e familiares;
  9. Destruir os bens pessoais ou o patrimônio da vítima;
  10. Usar as redes sociais para investigar e rastrear o alvo;
  11. Adentra na casa da vítima sem o seu consentimento;
  12. Tentar agredir ou matar o alvo.

O Stalking é uma prática muito comum após separações entre casais em que o (a) parceiro (a) recusa em deixar que o (a) outro (a) seja livre. Trata-se de um contexto preocupante, pois são as vítimas que correm o maior risco de agressões físicas e homicídios.

Por sua vez, no ambiente de trabalho, a pessoa pode ser perseguida por colegas de trabalho, clientes e chefes que têm o intuito de retaliação, vingança ou até mesmo forçar uma relação mais íntima.

Por fim, algumas profissões tais como psicólogos, advogados, médicos e outras áreas cuja atuação envolve o contato regular com as pessoas e uma relação de confiança, também podem ser alvo da prática do stalking.

No fim dos relacionamentos amorosos, as pessoas que praticam este tipo de assédio costumam ter um senso de propriedade sobre o ex-parceiro (a). Porém, estas pessoas podem apresentar desde fracas competências sociais até transtorno de personalidade narcisista ou boderline.

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Por sua vez, a vítima deste tipo de violência se sente invadida, atemorizada, insegura, hipervigilante, confusa, irritada e ansiosa. Além disso, há uma diminuição na confiança de sua própria percepção, sentimentos de culpa e vergonha pelas perseguições, dificuldades em exercer atividades diárias, problemas de concentração, isolamento, depressão, sintomas de estresse pós-traumático e aumento do consumo de medicações, álcool e outras drogas.

O impacto no corpo é apresentado pela presença de distúrbios de sono, mudanças de peso e outras desordens físicas.

Uma das questões mais preocupantes neste tipo de violência, conforme já assinalado, é a ameaça à integridade física da vítima. Por isso, não tente lidar com o problema sozinho (a)!

Além de procurar apoio psicológico para lidar com as consequências e a própria situação, também informe esta situação para pessoas próximas e de sua confiança, reúna todos os tipos de dados referente à situação da qual está sendo vítima e faça os registros de denúncias nos órgãos competentes como delegacia da mulher, delegacias comuns, ouvidorias e secretarias do trabalho (no caso de empresas).

Em todas as etapas descritas acima, procure também orientação jurídica de um profissional como um advogado da área de Direito Civil. Infelizmente estes comportamentos persistentes podem evoluir para algo mais grave. Cuide-se!

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karineKarine David Andrade Santos – Psicóloga CRP-19/2460 realiza atendimentos individuais para adultos e adolescentes em Aracaju/SE e orientação psicológica via Skype (http://www.karineandradepsi.com.br/). Membro da Cativare (https://www.facebook.com/cativarepsi/). Idealizadora do Projeto De Bem com Você em parceria com a psicóloga Eanes Moreira.(Informações via whatsapp (79)99922-8130)

Contatos: E-mail: psimulti@gmail.com; Facebook – https://www.facebook.com/KarineAndradepsi/; Instagram –https://www.instagram.com/karine.andrade_psiaju/; YouTube – Psicologia Aracaju

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Carlos Costa

Carlos Costa

Psicólogo há 3 anos (CRP-06/122657), coach, empreendedor, músico, poeta e escritor. CEO e fundador do portal e plataforma “O Psicólogo Online”. Através de seus cursos e materias vem contribuindo com a psicologia e com os profissionais psicólogos para uma melhor prática da psicologia online no Brasil e com a valorização da profissão. É criador da plataforma de atendimento online “O Psicólogo Online” que auxilia psicólogos a agendarem e receberem por suas sessões de forma simples e segura.

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